Letícia Vitorino

About Letícia Vitorino

Agente de Aceleração TroposLab

PRECISAMOS CONTINUAR FALANDO SOBRE O EMPREENDEDORISMO FEMININO

Recebo diariamente alguns alertas de notícias com temas pré-definidos, e “empreendedorismo” é uma das palavras-chave que eu selecionei pra ficar sabendo, seletivamente, com algoritmos de google, quais as novidades que o mundo traz naquele dia sobre o tema. Desde a semana passada tem acontecido um flood do termo seguido do adjetivo feminino.

Afinal de contas, passou o 8 de março. Mas não podemos deixar passar essa discussão que não deveria ser sazonal: flores e chocolates, se somados à garantia de direitos, serão sempre bem-vindos. Mas e o empreendedorismo feminino, por que vamos continuar falando disso? Qual a relevância desse tema?

Nós, mulheres, vivemos mais tempo, e em diversas partes do mundo somos mais numerosas que os homens. Por razões como essas e por uma diversidade de temas que não serão alvo de discussão hoje, empreender se torna uma necessidade cada vez mais urgente para nós. Num cenário em que a busca por direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres ainda é algo que ofende e incomoda, a liderança e a presença feminina no mundo dos negócios funciona como ferramenta fundamental à ampliação do espaço de atuação e à visibilidade das mulheres, rompendo com essas barreiras sociais.

Acredito que a desconstrução do estereótipo masculino de força, autoridade e poder no universo empreendedor acontece nas sutilezas de conversas profissionais e a cada decisão tomada por uma mulher, trazendo uma alteração de perspectiva que impacta profundamente a sociedade. É quase inacreditável imaginarmos que há apenas 30 anos atrás é que passamos a ser consideradas “iguais” aos homens, por lei aqui no Brasil. No entanto, tenho ficado cada vez mais animada ao notar as repercussões das mudanças que ocorreram nesse período, trazendo cada vez mais mulheres para se perceberem capazes enquanto empresárias e ocupantes de lugares de importância no mundo dos negócios.

Entretanto, mesmo com todo esse avanço, ainda há muito que se melhorar. A maioria das mulheres que se posicionam como empreendedoras sente insegurança e um grande preconceito, vendo a necessidade de se preparar tecnicamente cada vez mais, como se precisassem “se provar” para o mundo de forma muito mais estruturada que os homens. Além disso, conforme o Report Women in Business da Grant Thornton, apenas 29% das mulheres ocupa cargos de liderança nas grandes empresas do mundo (analisadas pelo estudo). Quando olhamos para a América Latina, esse percentual é reduzido para 25%. Por outro lado, a boa notícia é que apenas no último ano houve um aumento de 12% de mulheres em posições sênior dentro das empresas, algo relevante num curto espaço de tempo.

Atenta, portanto, à velocidade com que vejo as mudanças tecnológicas acontecerem, tenho notado que as mudanças sociais precisarão andar no mesmo ritmo, sendo necessárias transformações significativas de comportamento e entendimento sobre uma nova sociedade que está sendo construída. E não sou eu quem estou dizendo, mas de acordo com o report do World Economic Forum algumas das chamadas habilidades do profissional do futuro são características que a maior parte das mulheres tem mais facilidade de desenvolver, como empatia, inteligência emocional, colaboração e criatividade. E tem mais: a McKinsey em seu relatório de Diversidade como Alavanca de Performance demonstrou que a diversidade de gênero em equipes executivas torna as empresas 21% mais propensas a ter lucratividade superior à de suas concorrentes diretas.

Dá pra ver que, além de ser um catalisador nas mudanças sociais, e consequentemente na forma de se fazer negócios, o empreendedorismo feminismo está longe de ser “de palco”, não é? E trata-se de um tema sobre o qual devemos continuar falando para assim, fortalecer esse ecossistema e conseguirmos potencializar o universo dos negócios. É preciso muita mão na massa pra garantir conquistas cada vez maiores e mais representativas, comprovando que nós, mulheres, temos todo o potencial pra comandar o mundo!
Você pode começar checando movimentos relevantes como o She’s Tech e até mesmo mapas de startups lideradas por mulheres além de acessar os links dos estudos e reports citados acima. E checar inclusive nas redes sociais da TroposLab nosso movimento #mulheressemtamanho, que busca enfatizar o protagonismo de mulheres no mundo dos negócios.

MILLENNIALS: POR QUE É ESSA A GERAÇÃO EMPREENDEDORA?

Se você é nascido entre 1980 e 1999, você é considerado um dos Millennials. Mas o que isso quer dizer? E qual a importância da relação de uma geração com um tema significativo nos mais diversos aspectos, como é o empreendedorismo?

Millennials são assim “rotulados” para descrever a geração que age por propósito, possuem um compromisso inerente com a construção de um mundo melhor, são rápidos, com senso de urgência fora da média. É claro que generalizar não é tão correto, considerando a existência de vivências e histórias completamente diversas dos indivíduos. No entanto, de uma maneira geral, é possível notar a repetição de alguns tipos de comportamento, que leva os especialistas no assunto a conseguirem delinear algumas características de grupo.

E é em razão dessas características que podemos dizer que os millennials possuem, por exemplo, uma tendência a não permanecerem muito tempo num emprego. São movidos por resultados, e caso o lugar em que eles estão hoje trabalhando não os ofereça desafios diários e oportunidades de mudanças reais e mensuráveis, eles irão em busca de um lugar que lhes ofereça isso.

Atualmente as organizações de setores mais tradicionais vêm tendo dificuldades para reter e gerenciar as pessoas que se enquadram nessa geração. A busca por inovações aumenta a cada dia, quando na verdade é necessário, além de inovar, entender os valores dessas pessoas, e perceber que questões financeiras e uma promessa de plano de carreira não são nada atraentes para eles.

Exatamente pelo fato de não encontrarem, em sua vida adulta (justamente os dias atuais), empregos que consigam unir a incansável busca pelo propósito, possibilitando fazer a diferença de alguma forma na sociedade, e a proposição constante de desafios que gerem resultados concretos, é que essa geração tem se mostrado naturalmente empreendedora.

A facilidade em lidar com a tecnologia, a busca por transparência nas relações de consumo, a incansável busca por aprendizado nos mais diversos campos são fatores que fortalecem a empreitada de iniciar novos negócios que façam mais sentido para a jornada dessa geração.

Empreender se mostra como uma alternativa que trará resultados mais facilmente, já que eles buscam criar novos modelos de negócios a partir do aprendizado, com situações reais que eles vivenciam, para facilitar a vida, e por meio de soluções ágeis. São pessoas que, atentas às necessidades para conseguirem transformá-las em oportunidades, entendem que o mercado é dinâmico, nada é estático, e tudo pode ser melhorado.

É possível perceber, assim, que a maneira com que esse grupo de pessoas encara o trabalho, facilita o desenvolvimento de habilidades necessárias ao empreendedorismo. E a TroposLab entende que temos muito a ganhar e a aprender com quem detenha tais características, estando atenta, em seus projetos, com o comportamento empreendedor.

Para conhecer melhor sobre esse viés do nosso trabalho, entre em contato com a gente.


Foto: Link

QUE TIPO DE RELAÇÃO SUA EMPRESA TEM COM SEUS CLIENTES?

Customer Success, Customer Experience, Customer Development, Customer Centric: essas são expressões que trazem conceitos que a cada dia soam mais comuns aos nossos ouvidos, e que nos colocam a cada momento de um dos lados dessa relação, seja como cliente, seja como fornecedor de produtos ou serviços, dentro do que oferecemos à sociedade com nosso trabalho.

Nesse post vamos falar um pouquinho sobre esses conceitos e a importância de considerarmos colocá-los em prática nos negócios.

Vamos lá?

A gente sempre escutou o jargão que diz: “o cliente tem sempre razão”, e quando estamos nesse papel, é justamente assim que queremos que nossas expectativas sejam atendidas. No entanto, quando estamos do outro lado da situação e lidamos com os nossos clientes, esse entendimento tende a mudar um pouco, não é mesmo? Fato é que atualmente temos percebido que é justamente seguindo a sabedoria “antiga” que nossos negócios terão mais chances de prosperar e ter sucesso.

Mas o que significa colocar o cliente no centro?

A ideia não é nada nova, porém, considerá-la como a forma de condução de um negócio é algo bastante atual. Na prática, poderíamos dizer que um modelo de atuação Customer Centric (Centrado no cliente) seria aquele no qual o foco DO cliente é tratado como a variável mais importante para o sucesso do negócio, e não apenas um meio dentre vários outros, de fazer crescer a sua empresa.

Com a metodologia de Customer Development (Desenvolvimento de Clientes), por exemplo, Steve Blank dá inúmeras lições que justificam a necessidade atual de economia de recursos – dentre eles tempo e dinheiro – e nos ajuda a descobrir quem é nosso cliente ideal e com ele validar o que oferecemos, antes de colocar nossas ideias em produção escalável. Dessa forma, entendendo quem vai ser o público que vai consumir o quer que você venda e quais as necessidades e anseios dele, fica muito mais fácil acertar quando seu negócio estiver já a ponto de crescer.

Quando tratamos de Customer Success (Sucesso do Cliente) e Customer Experience (Experiência do Cliente), conhecidos pelos universos empreendedor e corporativo como CS e CX, falamos de momentos relacionados à interação do cliente com seu negócio, sua marca e com a experiência que você vai conseguir proporcionar a ele durante e após a compra.

Entendemos que o sucesso do seu cliente é o sucesso da compra que ele realizou, ou seja, ele teve suas necessidades atendidas e expectativas confirmadas em relação à sua empresa, justamente por meio de uma boa experiência como cliente, que foi o que fez ele decidir por aquilo que você ofereceu, e não seu concorrente.

Podemos considerar que a necessidade de basearmos nossos negócios no cliente é fruto de variáveis diversas que permeiam o nosso contexto atual:

  • Acesso a informações facilitado,
  • Levando o cliente a ser o principal agente da reputação do seu negócio;
  • O tratamento personalizado e o nível de exigência crescente;
  • A oferta customizada, proveniente do marketing digital.

Com base nesse tipo de informação, é extremamente importante perceber o nível de maturidade da relação que sua empresa está estabelecendo com seus clientes, para que possa sempre implementar melhorias e propagar estratégias sintonizadas com a sua proposta de valor.

A TroposLab acredita que oferecendo experiências positivas, embasadas naquilo que o cliente busca satisfazer, aumentamos as chances de fidelidade e de sucesso da sua empresa.

Afinal de contas, não podemos esquecer: mais que produtos e serviços, empresas só avançam por causa das relações entre as pessoas envolvidas!

O QUE AS GRANDES EMPRESAS PODEM APRENDER COM AS STARTUPS

Durante o ano de 2018 tenho atuado pela TroposLab em projetos de maior duração dentro de grandes empresas. Já compartilhei um pouco sobre a experiência do intraempreendedorismo aqui.

Nesses programas de aceleração de projetos e ideias internas, trazendo muito da nossa metodologia Escala tenho o costume de tratar cada um desses como uma startup, com a divisão de tarefas bem determinada, reuniões frequentes de gestão, ferramentas que auxiliem em tomadas de decisão rapidamente, passando por toda a história de um novo empreendimento.

E justamente pela natureza da abordagem, muito se questiona sobre o funcionamento de uma startup, sobre o ecossistema, sobre os erros e acertos, as pivotagens, a grande necessidade de flexibilidade e principalmente a dedicação para que as arestas estejam frequentemente aparadas e todos os pratinhos continuem sendo equilibrados!

Há alguns dias,  um dos “acelerados” de um desses projetos me questionou: o que você diria que uma grande empresa pode aprender com as startups?
Desde então venho levantando alguns dos pontos que considero como os que mais se destacam quando falamos de obstáculos para se inovar dentro de grandes empresas. E buscando situações que possam driblá-los de forma similar dentro da realidade das startups, trago aqui algumas dessas reflexões:

Tenha cabeça de dono

As startups geralmente se iniciam com poucas pessoas na equipe, seja pela falta de recursos, seja pela “juventude” do negócio. Exatamente por isso, aquelas poucas pessoas cuidam daquele negócio com muita atenção a cada detalhe, e possuem a clara noção de que se isso não ocorrer, tudo pode ruir. Nas grandes empresas, as pessoas geralmente ficam muito concentradas na própria área, realizando tarefas numa “operação-padrão”. Mudar esse mindset e entender que você é parte importante na engrenagem toda, buscando entender melhor o “todo” que faz essa máquina girar, pode ajudar muito a resolver problemas de forma mais rápida, além de abrir a sua mente para possibilidades inovadoras e muito mais desafiadoras.

Simplifique

Do lado das grandes companhias, o engessamento das estruturas pode desfavorecer a inovação e consequentemente a competitividade. Em contraposição, metodologias ágeis fazem parte do dia-a-dia das startups, pois elas precisam ser rápidas em tomar decisões, crescer e até mesmo em falhar (falaremos disso já já!). Implementar formas mais fáceis e rápidas de resolver problemas que não exijam extensas reuniões com muita gente, e nem uma burocracia que passe por diversas áreas, pode auxiliar e muito no desenvolvimento da empresa. É possível simplificar e flexibilizar em várias situações. É uma questão de estar atento e alinhar expectativas com quem estiver envolvido.

Falhar é parte do processo

A gente entende que em algumas áreas um dos maiores trabalhos em grandes empresas é o de mitigar riscos de falha e erro, principalmente por intervenções humanas. E isso gerou um “medo” cultural que nos faz acreditar que errar é absurdo, em qualquer situação. O erro, na verdade, é um dos melhores amigos nas etapas iniciais de uma startup. O conceito de fail fast (falhe rápido) é praticamente um lema que permeia esse universo, uma vez que hipóteses são testadas o tempo todo. Caso algumas não façam sentido, são simplesmente descartadas, e passa-se para a próxima. As empresas também podem errar, e errar rápido! Assim, sabemos o que funciona e o que não funciona, antes que mais tempo e recursos sejam desperdiçados.

Escute seus clientes

Ainda nos espantamos positivamente com alguns casos inovadores de empresas (hoje grandes!) como Netflix, Nubank, e várias outras quando falamos de relacionamento com clientes. Hoje, principalmente em negócios B2C (Business to consumer: o próprio usuário é o cliente final), há uma grande preocupação com as áreas de Customer Success e similares. Isso porque essas empresas entenderam o que traz a metodologia do Customer Development, do Steve Blank e perceberam que os clientes querem falar, são fontes ricas de aprendizado para o desenvolvimento de seus negócios. Validações com seus clientes ajudam na velocidade de crescimento de novas estratégias, além de economizar tempo e dinheiro, antes de colocar novos serviços e produtos no mercado. Ouvir de quem os consome é, sem dúvida, a estratégia mais inteligente e prática. A grande maioria das startups faz isso com maestria e não há nada que impeça grandes empresas de aprender com essa atitude.

Com certeza existem outras diversas possibilidades de aprendizado e de troca de experiências entre esses dois “mundos” que apesar de parecerem distantes, possuem muito em comum e são complementares quando decidem caminhar juntos, rumo à inovação e à transformação digital!

UMA AÇÃO VIÁVEL E TRANSFORMADORA DE INOVAÇÃO NA CULTURA DA MERCEDES-BENZ

Contexto

A Mercedes-Benz decidiu criar uma incubadora de ideias para gerar inovações dentro da empresa com o objetivo de reforçar o “espírito pioneiro, promover a inovação e levar novas ideias para a estrada”.

As ideias captadas se pautaram em desafios bem delineados pela própria Mercedes-Benz:

Produtos confiáveis (#produtosconfiáveis)

Pensar em melhorias e inovações necessárias ao produtos da Mercedes-Benz, para aprimorar o negócio e por consequência trazer mais sucesso e satisfação aos clientes.

Estar entre as melhores empresas para se trabalhar (#melhoresempresas)

Além de ser líder de mercado em Caminhões e Ônibus, pensar em soluções para ser reconhecida também como uma das melhores empresas para se trabalhar!

Cliente no centro das atenções (#clientenocentro)

“As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve”. Em torno desse lema, pensar em formas de favorecer e cumprir com a missão de colocar os clientes em 1º lugar.

Boa participação no mercado (#participaçãodemercado)

Pensar em formas de permanecer na liderança conquistada de mercado, inovando com excelentes produtos e serviços.

Eficiência e lucratividade (#eficiêncialucratividade)

Pensar em formas de aumentar a lucratividade e eficiência nas atividades diárias, explorando oportunidades de inovação e contribuindo para melhorar o resultado da Mercedes-Benz do Brasil.

O programa passou por sua fase de pré-aceleração durante 30 dias, entre agosto e setembro, onde 20 ideias, propostas pelos próprios colaboradores da empresa, foram selecionadas para um acompanhamento de perto da TroposLab.

Com esse programa a Mercedes-Benz foi capaz de estruturar e desenvolver as ideias, analisando os recursos necessários para sua viabilização e preparando-as para uma versão de “Shark Tank”, no qual foram apresentados pitchs diretamente à alta gestão da empresa – presidente, vice-presidente e outros executivos.

Abordagem

O programa contou com o auxílio da experiência de mais de 660 negócios acelerados pela TroposLab com sua metodologia, a Escala Startups. Conheça as etapas trabalhadas:

  1. Diagnóstico e identificação de pontos fortes e fracos de cada ideia: Diferentes aspectos da ideia são avaliados para que a TroposLab proponha um plano de desenvolvimento e um conjunto de ferramentas adequados ao tema e ao estágio de maturidade.
  2. Reuniões periódicas com Agente de Aceleração da TroposLab: As reuniões ajudam a manter o ritmo do grupo e a evitar que fiquem muito tempo sem desenvolver por estarem com dúvidas ou dificuldade de tomar decisões. Trazer ferramentas, apoiar a integração de informações e o foco do grupo e manter a motivação e leveza do processo são foco dos Agentes de Aceleração.
  3. Conteúdos e ferramentas online para desenvolvê-las e prepará-las para o Shark Tank permitiram que os grupos avançassem entre as reuniões com a Agente de Aceleração aproveitando o tempo de cada equipe ao máximo e mantendo uma estrutura lógica, que favoreceu a aceleração dos projetos.

Após esse evento, 6 ideias foram selecionadas pelos Sharks e mais 02 foram apadrinhadas por áreas que se interessaram para uma etapa de mais dois meses de aceleração, em que serão realizados planos de implementação, construídas versões iniciais das soluções e medindo-se os impactos de cada uma para a Mercedes-Benz. Essa fase ocorrerá também de forma customizada, percebendo os diferentes níveis de complexidade exigidos para cada uma das soluções propostas.

Resultados

18 projetos chegaram até o final da pré-aceleração e apresentaram seus pitchs no Shark Tank. O impacto positivo nas equipes, que absorveram novos mindsets que poderão ser aplicados na própria rotina de trabalho dentro da Mercedes-Benz, pode ser percebido nos depoimentos recebidos.

Essas são evidências de que a meta de impacto de mudança na cultura de inovação da empresa foi alcançada.

As equipes também levantaram os benefícios e destaques em torno de seus projetos, aqui destacamos alguns resultados, tangíveis e intangíveis, esperados para a Mercedes-Benz por alguns projetos, após a implantação dos projetos:

  •        Redução de custos de transporte e fretes;
  •        Redução em custos de ferramentas de produção e manutenção;
  •        Redução no consumo de combustível para ônibus e caminhões;
  •        Redução de gastos com energia elétrica, água e infraestrutura;
  •        Aumentar engajamento e qualidade de vida de empregados;
  •        Projetos viáveis e mais bem adaptados aos recursos e necessidades da empresa.

“Foi incrível o engajamento das equipes de projeto com o programa, deu muito orgulho ver como avançaram! Isso é importante para ajudar a engajar as áreas e disseminar a cultura de que a inovação pode estar ao alcance de todos e cada um tem um papel importante para que ela aconteça na empresa” registra Letícia Goulart, Agente de Aceleração da TroposLab que acompanhou as equipes na pré-aceleração.

 

Veja como os  colaboradores da Mercedes-Benz que apresentaram seus projetos no programa avaliaram a iniciativa:

“Com certeza, os conceitos de processo e estruturação de modelo de negócios vão nos acompanhar positivamente em muitos aspectos profissionais e pessoais daqui pra frente!”

Dayane Carmelutti


“Pra mim foi muito gratificante, além de adquirir experiência em um tema novo, abre-se um universo novo de ideias onde posso utilizar essa mesma metodologia do Lean Canvas em outros projetos, eliminando assim os desperdícios em custo, material e tempo.”

Alexandre Espinet


“Temos aprendido a desenvolver nossas ideias no formato de Startups e esse conhecimento nos incentiva a empreender e inovar nos demais desafios que temos na nossa fábrica”

Vanessa Marques Paes


Se você quer saber mais sobre cases como este, envie uma mensagem!

INTRAEMPREENDEDORISMO: UMA EXCELENTE ALTERNATIVA PARA INOVAR DENTRO DA SUA EMPRESA

Inovação é palavra de ordem para a existência das empresas, no cenário de mudanças rápidas e tecnológicas em que estamos inseridos. Empreender é quase sempre a solução para se chegar a inovações disruptivas e propor novas maneiras de se lidar com novos problemas que surgem a cada segundo, e logo ali na frente, já se tornam obsoletos.

Mas como uma grande empresa, tradicional, cheia de processos já estabelecidos, conseguiria se inserir nesse cenário de inovação e empreendedorismo? Será que isso é possível?

A resposta é sim. E não só é possível como também pode ser uma das melhores formas de se desenvolver vantagens competitivas, num mundo que hoje solicita o novo do mercado em uma velocidade muito maior e em um nível de exigência muito mais alto e complexo.

Um olhar cuidadoso para “dentro de casa” poderá revelar competências e a vontade de colaboradores que têm condições de trazer novas ideias e novas soluções que não estão em seu “job description”. São eles que, justamente pelo fato de vivenciar algumas questões operacionais diariamente, sem tanta flexibilidade em alterações de processos, possuem uma capacidade diferenciada para analisá-las e propor soluções. E a esses podemos dar o nome de intraempreendedores.

No entanto, não basta a competência do colaborador para enxergar oportunidades no dia-a-dia da empresa. Além desse fator, no mesmo nível de importância, devemos considerar também a cultura da empresa e à postura da liderança e da gestão. Ou seja, não basta se atentar às habilidades da equipe que possuem o ímpeto de inovar, como gestor, é preciso também incentivar e ter ouvidos e portas abertas ao “diferente”. Uma cultura organizacional que se mostre fechada, extremamente burocrática e sem a aceitação de iniciativas inovadoras, num caminho inverso, pode inclusive inibir as potencialidades existentes na empresa.

Nesse sentido, é importante deixar claro que não há um “manual” de como criar e cultivar o intraempreendedorismo dentro das empresas. Partindo da cultura favorável ao desenvolvimento das ideias, e passando pelo olhar atento da gestão sobre os colaboradores e a operação como um todo, cada organização vai percebendo seu nível de maturidade para absorver as práticas empreendedoras e aprimorando-se cada vez mais (porque eu diria que esse é um caminho definitivamente apaixonante e sem volta!).

A TroposLab, com a utilização de metodologias próprias e uma vasta experiência de mercado, incentiva e auxilia grandes empresas em iniciativas de intraempreendedorismo, como forma de alavancar a inovação dentro delas. Buscando soluções de quem mais entende sobre a organização: seus próprios colaboradores.

Nestlé, Mercedes-Benz, Zurich Santander, são algumas das empresas que já estão olhando cuidadosamente para isso. E você?

O que acha de levar essa oportunidade aí pro seu dia-a-dia? Envie uma mensagem e vamos bater um papo.